SOBRE NÓS
A história do Minuto Poético começou com um e-mail mandado para
minha namorada (hoje somos casados) sob o título "Minuto Poético".
Ainda hoje me pergunto por que "Minuto Poético" e não outros milhares
de nomes. Em todo caso, como muitas coisas em nossas vidas vêm
através da intuição, procuro não me questionar muito se este era
realmente o melhor nome.
Isso ocorreu no dia 03/04/98 quando já se fazia quase dois meses que eu
a havia conhecido nesta mesma Internet. Nessa época já namorávamos e
como sempre gostei muito de poesia, resolvi mandar-lhe alguma. Nos dias
que se seguiram, todas as manhãs, mandava-lhe um "Minuto Poético".
Num certo dia, mais precisamente 03/05/98, a mensagem enviada foi com
cópia para algumas pessoas conhecidas e nesse dia então, deu-se início a
uma sequência de mensagens, sempre com teor poético e/ou reflexivo, para
um número cada vez maior de pessoas.
Em meados de junho o Minuto Poético ganhou seu primeiro espaço na
internet. Tratava-se de uma única página que não era senão uma cópia da
mensagem mandada todas as manhãs.
Acontece que com o passar dos dias a página foi se tornando insuficiente
para as idéias de expansão que já me rondavam a mente. Resolvi, então,
que era tempo de crescer e criei a nova página no Geocities. A página não
fez muito sucesso pois, nesse período, tiveram muitos problemas e o
Minuto Poético passou mais tempo fora do ar do que ativo.
Decorrido pouco mais de 20 dias consegui junto ao meu provedor, meu
tão sonhado espaço. Agora sim eu poderia dar vida as idéias que me
vinham à mente. Nesse período, que foi de meados de agosto até hoje, a
minha maior dificuldade tem sido o próprio desenvolvimento da página
pois, até então, não tinha nenhum conhecimento sobre o assunto.
Hoje, com ajuda de minha namorada, estou conseguindo levar adiante este
projeto de tentar, de alguma forma, mostrar uma outra maneira de encarar
a vida.
Entendemos que a vida não termina com a morte e que levamos desta
encarnação os conhecimentos adquiridos e, principalmente, a elevação
moral que consigamos alcançar.
Procuramos melhorar a cada dia mas, de nada nos adianta, se quando
olhamos para o lado percebemos irmãos alimentando sentimentos de ódio,
inveja e vingança. Queremos evoluir sim, mas gostaríamos que essa
evolução fosse coletiva, para que um dia possamos viver num mundo sem
desigualdades.
Luciano Frank Mattos de Souza, 21/09/1998